sábado, 21 de janeiro de 2012

Férias, férias meeeeeeeeeeeeesmo

Acho que estas são as primeiras férias que realmente estou levando a palavra a sério! O ano passado foi cansativo demais e, apesar de ainda estar trabalhando das 13h às 22h, tirei esse período para descansar muito. Porém, como não consigo ficar parado por muito tempo, e nem posso deixar a cabeça vazia senão acabo enchendo o estômago, coloquei em prática um dos meus hobies: artesanato.

Fiz esses porta-canetas para presentear três amigas queridas, a Analúcia, que faz aniversário neste domingo, a Rita e a Daíza. Como inspiração, claro, Rometo Britto de quem sou fã pela inteligência na escolha das cores e as obras que são sempre alegres e brasileiras.





domingo, 8 de janeiro de 2012

MIniaturas, corujas e um ano abençoado por uma freira simpática


No primeiro dia útil de 2012 resolvi ter um dia bem “inútil”. Como os Estados Unidos estavam de folga e consequentemente eu também, eu e minha irmã resolvemos ir para São Paulo para passear um pouco na rua 25 de Março e no bairro Liberdade. Peguei a camiseta que meu companheiro de apartamento usou na virada do ano, branca com um símbolo japonês prateado que significa fé e a mesma palavra escrita em preto e fui para a rodoviária de Campinas logo cedo.

Logo no primeiro dia do ano a 25 de março já estava cheia. Apesar de algumas lojas estarem fechadas, o movimento parecia estar normal, como qualquer dia do ano, assim como a liberdade. Claro, a vida não para na capital paulista só porque um ano novo começou... ainda bem! Para quem tem pés bons e adora ver coisas diferentes, esse é um passeio gostoso.


As galerias da 25 de março e em especial as da Liberdade têm muita coisa bonita para ver. Fui até lá com uma lista pequena: miniaturas. São uma paixão e vou precisar arranjar bastante espaço e tempos cronometricamente reservados para limpá-los daqui um certo tempo, porque a quantidade já está ficando grande. Gosto particularmente de miniaturas de desenhos famosos como os Simpsons, Garfield e alguns desenhos da Cartoon Network, que assistia bastante antigamente. Acho que essa paixão veio de outra: desenhos animados. Sempre gostei e acho difícil deixar de gostar até porque os desenhos de hoje em dia trazem uma inteligência ímpar que agrada não só crianças e adolescentes como também adultos – vide a quantidade de crescidinhos que fazem fila nas salas de cinema quando há algum lançamento animado. Vi ontem no cinema que logo estreia A Era do Gelo 4 e a animação já vai ter espaço garantido na minha agenda de 2012, principalmente por ser dirigida por um brasileiro e pelo sucesso das outras três animações anteriores.

Outro subitem que estava nessa minha lista era miniaturas de coruja. Um símbolo tão bonito da sabedoria está tomando conta da minha escrivaninha em vários estilos diferentes. Por mim teria comprado várias corujas na 25 de Março onde encontrei uma loja que tinha uma variedade grande. Feitas de porcelana, madeira, com espelhos quebrados, pedras brilhantes ou aquelas mais simples de gesso essa loja da 25 de Março tem várias estatuas e miniaturas de animais. Lá encontrei umas girafas feitas de madeira que eram tão bonitas quanto as corujas que não consegui deixar na loja.


Enfim... o dia foi gostoso e cansativo. Quando era 18h30 no bairro da Liberdade eu e minha irmã estávamos sentados no chão da praça, encostados num murinho com os pés esmagados e cheios de sacolinhas. Mas o que fato mais interessante ocorreu na rodoviária de São Paulo. Sempre que vou à rodoviária de Campinas ou de São Paulo fico imaginando as infinitas histórias que passam pelas catracas e pelos guichês das empresas. São várias despedidas e não é raro ver alguém sair chorando ou segurando as lágrimas depois de deixar alguém que ama verdadeiramente partir. Dia 2 de janeiro foi a minha vez e apesar de minha história ser bem curta, foi muito bonita.

Depois de comprar as passagens para eu retornar a Campinas às 19h30 e minha irmã para Limeira às 19h10, nos encaminhamos para a escada que dá acesso às plataformas de embarque. Próxima ao primeiro degrau nos deparamos com duas freiras. Pareciam personagens do livro novo do Jô Soares, As Esganadas. Não que essas freiras sejam esganadas como uma das personagens, mas as duas eram senhoras gordas, com pele quase tão brancas como os hábitos que vestiam e olhos azuis bem claros. Não sei e nunca vou saber o nome das duas, mas uma delas estava com uma mala de rodinhas preta analisando a escada e olhando em volta para tentar descobrir onde ficava a escada rolante.

– Pode deixar que eu desço a mala para a senhora – falei quase sem pensar.

– Não precisa a mala está pesada – respondeu ela tão simpática como o sorriso que deu.

– Não tem problema – peguei a mala na mão – não está tão pesada não, eu ajudo a senhora.

– Ah muito obrigada – me agradeceu e continuou falando como se estivesse falando comigo e com a outra freira e minha irmã ao mesmo tempo – bem que disseram que iria aparecer alguém para me ajudar e você apareceu, com uma camiseta escrita fé ainda por cima – riu.

– Pois é, sempre vai ter alguém para nos ajudar quando precisamos, não é?
No final da escada, já no piso das plataformas, ela abriu os braços para um abraço e um beijo no rosto todo amigável.

– Muito obrigada pela a sua ajuda, que você tenha um ano abençoado e com muita felicidade.

– Amém e a senhora também.

Ela continuou o caminho dela, eu andei um pouco, esperei minha irmã e ficamos na frente da plataforma 30, onde ela iria embarcar no ônibus rumo a Limeira. Fiquei observando os casais, inclusive um casal de meninas que se abraçavam e trocavam selinhos a dois portões de distância do da minha irmã. Depois que a Cris embarcou, fui atrás do meu ônibus. Voltei para a casa feliz por conta do dia que passei com a Cris e por conta desse encontro com essa freira simpática. =)

Pensando em tendências e criatividade


A segmentação de mercado e a atenção do empresário nas tendências de comportamento dos seus clientes são pontos que toda empresa precisa se atentar ao se aventurar num mercado. Há muito tempo o produzir por produzir deixou de ser algo trivial para ficar cada vez mais complexo e competitivo. Nessa movimentação do mercado capitalista acho que vale destacar aquelas empresas que ainda tentam buscar um diferencial para não ser mais uma nessa multidão de CNPJs perdidos no venda o que puder, lucre se for capaz.

Um delas, sem dúvida, é a Imaginarium, na minha opinião. Hoje ganhei um calendário da minha irmã comprado em uma lojinha muito pequena no shopping Piracicaba. Apesar do tamanho, a loja parece ser parada obrigatória para muita gente que gasta algum tempinho no shopping olhando vitrines. O que é mais interessante na loja é a criatividade em seus produtos. Se eu tivesse condições decoraria toda minha casa com as coisas da loja, mas o criativo nem sempre é barato, infelizmente.

No Natal de 2012 ganhei uma bandeja com almofada para usar o computador no colo e um case muito divertido para guardar o notebook. Hoje minha irmã trouxe um calendário vertical muito útil e tão alegre e criativo quanto os outros dois produtos. O mais interessante dos produtos é que eles não são feitos e pensados de qualquer forma, eles unem matéria prima de qualidade com visuais incríveis.

Bom... o objetivo do post não é exaltar a marca num grande pedestal, na verdade é para ressaltar que criatividade e atenção com os clientes realmente vendem. As lojas da franquia não são apenas mais umas perdidas nos shoppings do país. A marca parece já ter garantido seu lugar entre adolescentes e pessoas que gostam de boas novidades. Além disso, as lojas se destacam entre todas as vitrines por conta da originalidade da disposição dos produtos e também pela originalidade daquilo que está sendo exibido. Lembro que no Natal fizeram uma espécie de roda gigante em uma das vitrines da rede, uma ideia muito legal e que realmente chama a atenção.

É uma tendência que vale a pena ser seguida (não copiada). Se cada empresa pensasse com mais criatividade e dedicação no seu cliente final, nós consumidores teríamos cada vez mais produtos de qualidade por preços pequenos. Porém, criatividade e investimento ainda parecem ser artigos de luxo para empresários.

“Puxando um pouco a sardinha para meu lado” eu vejo que isso também é um pouco de falta de investimento num marketing e num setor de comunicação de qualidade. Falta à algumas empresas uma ligação um pouco maior com seus clientes e com as tendências dos comportamentos deles. E hoje me parece tão fácil dar esse passo, não parece? Em que outra época um empresário poderia coletar informações tão essenciais de seu público alvo como hoje com tantas redes sociais, blogs e informações fáceis na internet? Facebook e (o quase extinto) Orkut são duas redes poderosíssimas para um investimento certeiro e estão cada vez mais sendo usados até por pequenos empresários que sorteiam produtos online. Quem trabalha com comunicação precisa ficar cada vez mais atendo à essas oportunidades de negócio que surgem a todo momento na rede e podem ser meios de comunicação muito úteis e diretos para destacar um cliente e uma marca nesse mar de cliques e curtições.

Ainda em tempo...

Algo que sempre odeio em algumas lojas e que deve ser tão pensado quanto a comunicação: a qualidade do atendimento dos funcionários. Tem funcionário que trabalha sem nenhuma motivação e parece deixar a educação (se é que eles têm) em casa. Não adianta nada investir tanto em qualidade dos produtos e deixar a principal parte, que é a venda, nas mãos de pessoas tão despreparadas.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Immortals

Confesso que meus filmes preferidos são aqueles que fogem da realidade e trazem deuses, seres incríveis, que incitam a imaginação e aqueles desejos secretos de ter superpoderes e conseguir fazer coisas que extrapolam qualquer senso comum. Não sei se todos que assistem a esses filmes têm esses momentos de viagem, mas quem é assim sai feliz das salas de cinema quando encontram filmes que não dá vontade sequer de piscar os olhos enquanto a mente fantasia. Imortais, dos mesmos produtores de 300, é assim e é excelente.

Pesquisando algumas informações sobre o filme, me deparei com algumas críticas negativas, inclusive de pessoas que sequer assistiram ao filme. Quando vi o trailer também achei que seria péssimo e que iria jogar meu dinheiro no lixo. Os trechinhos do filme que são compilados na divulgação do filme mostram cenas quase monocromáticas com alguns momentos dourados. Essas duas cores parecem ser a únicas num cenário sempre sujo e cheio de poeira. Na verdade, apesar de grande parte do filme se passar numa Grécia antiga povoada por pessoas que moravam nos paredões daquele solo todo irregular, a história é ótima, os efeitos são muito interessantes e o que eu achei melhor, não é um filme previsível.

Não sou e nem pretendo ser crítico de cinema, mas por adorar escrever dou minha opinião baseada mais na capacidade de o filme me transportar para um mundo ou para uma época na qual eu gostaria de estar do que exclusivamente na qualidade da imagem, dos efeitos e da música. Claro... tem clichês no meio do filme sim: há uma cena que Teseu estimula seu exército a lutar "pelos seus filhos, pelo seu futuro" e blablabla. Sempre veremos discursos e cenas que já estamos cansados, porém os clichês de Imortais foram poucos.

A presença e a recriação das imagens dos deuses gregos foi ótima: moderna, vivos, divinos. Atores com corpos e belezas perfeitas, como deuses e deusas gregos devem ser, não ofuscou a importância desses personagens na história. Aliás, os deuses gregos, os imortais, têm papel chave na história. Na trama, eles já haviam virado mito, fruto de histórias para crianças entre tantos pagãos gregos que não tinham seus desejos atendidos depois de orações. O vilão, rei Hiperion, quer exterminar os deuses e para isso busca uma arma que pode libertar os titãs, também imortais e os únicos que podem matar os deses; só imortais podem matar imortais. E esse já é um ponto interessante porque foge do senso comum daquelas batalhas épicas entre o lado bom e o lado ruim.

Bom, o filme vale cada centavo e se você for estudante e pagar meia, ainda sai no lucro porque o filme deixa um gosto de quero mais e você pode assistir duas vezes pelo preço de uma =D.



Este será um DVD que com certeza vou querer ter na minha coleção!

Isso sim é pensar no público alvo

Procurando algumas imagens para tentar fazer um poster de um personagem de desenho animado, acabei encontrando umas imagens de uma campanha para prevenção do câncer de mama muito diferente. Usando heroínas famosas, uma agência de Moçambique usou a mulher Hulk, Mulher Gato, Mulher Maravilha e a Tempestade para mostrar que "até as mulheres mais fortes precisam fazer o exame de toque".

Foi inevitável não lembrar de uma campanha que correu pelo Facebook que as mulheres compartilhavam algumas frases estranhas, como um código, que só elas entendiam. Ao contrário dessas correntes na rede virtual, essas imagens vão direto ao público jovem e acredito que atinja até os homens, crianças ou adultos, fanáticos por super-heróis e desenhos animados que podem incentivar ou menos ajudar as mulheres a fazer o exame de toque (se isso for possível, claro).

Só um momento de humor... como seriam as imagens se tentassem estimular os exames para prevenção do câncer de próstrata?




domingo, 1 de janeiro de 2012

Planos para 2012

Apesar de considerar que meu ano novo é dia 6 de novembro, data do meu aniversário, e não 1º de janeiro, vou aproveitar a data para reforçar meus planos para esse meu 25º ano de vida e para 2012:

- Voltar a trabalhar como repórter (ou mesmo como auxiliar de redação) em uma boa redação aqui em Campinas;

- Não comer doces nem tomar refrigerante para cumprir a promessa referente à minha nota de cálculo no semestre passado;

- Consequência da exclusão dos doces e do refrigerante, emagrecer para voltar a entrar nas calças 46 que estão guardadas no guarda-roupa lá em Limeira;

- E consequência do estresse e desespero que me fez fazer tal promessa, não quero jamais ficar de exame novamente e me dedicar ainda mais ao curso de economia da Unicamp para começar a escrever boas reportagens e artigos aqui no blog sobre essa área que estou adorando estudar;

- Economizar uma boa quantia para dar entrada em uma casa para mim e para o Bruno Pacolla morarmos aqui em Campinas, uma vez que o aperto financeiro ficou em 2011 e agora é só regular todas as contas;

- Ser cada dia mais feliz sem estresse desnecessário...

- Viajar para aliviar a cabeça e começar a planejar uma bela viagem internacional para finalmente sair do país pela primeira vez.

Acho que é isso por enquanto. Os planos eque foram traçados lá no dia 6 estão reforçados nessa época que todo mundo traça seu ano novo. E que venha mais um ano!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Finalmente o cálculo se foi... ficam as dicas para um semestre mais tranquilo!

-- Chefe, estou desesperado. Tenho um exame de cálculo na segunda-feira e um de Contabilidade Social na quarta-feira, que fiquei sabendo agora. Não vou poder vir na segunda-feira porque acho que não vou dar conta de estudar toda a matéria que preciso no final de semana, por isso queria pedir para faltar nesse dia; fico com horas a pagar quando for conveniente para o time...

-- Espera um pouco, olha só como é a comunicação, você disse que tem exame de cálculo, eu pensei que era cálculo renal! - muito engraçadão, respondeu meu chefe.

-- Não! Eu disse que era exame de cálculo num dia e de contabilidade social no outro, achei que iria entender.

Se me disseram que eu já falo demais e rápido normalmente, eu nem quero imaginar qual foi a velocidade, o tom e a minha expressão facial neste diálogo com meu chefe numa das primeiras sexta-feira deste mês de dezembro. Havia acabado de consultar o sistema de comunicação entre professores e alunos da Unicamp e o fato de ter de fazer dois exames em uma semana não me caiu nada bem. A primeira alternativa era o chefe e conseguir mais algumas horas para me preparar para a prova mais importante do ano... e foi assim que cheguei na sala dele.

Este final de semestre foi anormal. Na verdade todo o semestre foi muito anormal pelo simples fato de ter que estudar Cálculo, Contabilidade Social (ou Nacional), História Econômica e Ciências Sociais. Cada matéria com seu nível de dificuldade, mas nenhuma se comparava, pelo menos pra mim, à dificuldade do cálculo.

Foram semanas realmente desgastantes e não consigo ficar sem concordar com alguns colegas de sala que comentaram que estudaram muito mais para conseguir a nota mínima pra aprovação em cálculo que para o vestibular. Até parece exagero, mas na nossa condição essa afirmativa não tem nenhum ponto de mentira. Cálculo não é uma matéria que se posso apenas assistir às aulas e contar que todo o conhecimento registrado com os olhos iria simplesmente ser projetado nas avaliações automativamente. Como disse uma menina da minha sala, é preciso "horas-bunda" para poder realmente aprender essa matéria, ou seja, horas e horas diárias resolvendo os exercícios propostos para adiquirir a prática necessária para resolver o exercício no tempo que a avaliação exige.

Por falta de tempo, e por falta de um pouco de coragem no começo do semestre também, não consegui estudar tanto quanto deveria, mas confesso que fiquei dores de tanto ficar sentado na mesa da cozinha em Limeira e na minha escrivaninha aqui em Campinas. E mesmo assim ainda não foi o suficiente!!!! Bom, pelo menos consegui fechar a matéria com a média do curso, cinco! É péssimo tirar uma nota assim, mas é um alívio enorme saber que não vou precisar fazer tudo de novo. E me conforta também saber que, infelizmente, essa não é uma situação exclusiva.

Um dia pela manhã, na Unicamp, conversei com uma estudante de enfermagem e ela também reclamou de ter que estudar para ser aprovado apenas com a média e não poder se dedicar a uma nota maior que isso. Infelizmente essa realidade deve continuar durante um tempo, mas acho que alguns pontos a melhorar vão me ajudar e podem ajudar quem vai passar pela mesma rotina nos próximos semestres, digo, ter que trabalhar em horário comercial, estudar numa universidade pública a noite e ainda tentar tirar notas boas para não ter que fechar o semestre com notas cinco no histórico.

Dicas... a gente tenta.

1. O ponto mais importante, que todos sabem, mas fazem questão de sempre esquecer é nunca deixar para estudar a uma semana das provas. É péssimo se desesperar dias antes de uma avaliação, ler e revisar tudo correndo, ficar nervoso na hora da prova e encontrar aquele famoso branco.

2. Os textos são muitos e muitas vezes enormes, mas vale a pena tentar ler todos e tirar todas as dúvidas possíveis durante a aula nas quais eles serão usados. Fazer anotações, grifar, copiar as citações mais importantes e fazer pesquisas extras sobre o assuno ajudam a entender melhor as informações. E não basta querer decorar o conteúdo para a prova, se ele está na grade da graduação, esse conteúdo é para fazer parte da sua formação e não da próxima avaliação.

3. Entenda o que o autor quer dizer, qual a opinião dele e respeite essa visão entendendo qual foi o plano de fundo no qual ele escreve. Essa foi uma dica valiosa passada pelo professor de História Econômica, Eduarto Mariutti. É uma dica que parece óbivia, mas muitas vezes passamos o olho pelos textos para tentar pegar algumas ideias e esquecemos desse ponto que parece tão trivial.

4. Quando se tratar de uma matéria de exatas: FAÇA OS EXERCÍCIOS! Já fui muito bom em matemática, mas hoje tenho dificuldades em enxergas passagens óbvias que são treinadas no Ensino Médio, ou com muitos exercícios. Aprendi com essa história toda que se não fizer muitos exercícios e não tirar todas as dúvidas que tiver durante a resolução dos exercícios não é possível ter um bom desempenho nas avaliações. A Unicamp, e acredito que outras universidades, colocam monitores e alunos de doutorados para auxiliar os graduandos a entender melhor a matéria, para quem tem tempo, vale muito a pena frequentar as monitorias... para quem não tem, é preciso encontrar um tempinho para conversar com colegas de classe ou usar o e-mail para tirar dúvidas ou marcar um encontro rápido com esses auxiliares das disciplinas.

5. Se programe e cobre programação. É bom sabermos que a cobrança é grande e que não vai ser fácil, por isso é imporante reservar horas e dias para fazer as pesquisas, leituras e tudo o mais que for necessário para os trabalhos exigidos. Porém, é possível também cobrar a programação do professor. Nem todos são bem organizados, apesar de terem que entregar a programação da aula no começo do semestre. Por conta disso é viável ter uma conversa franca com o professor e pedir uma programação dos trabalhos que serão cobrados, os prazos pretendidos e as leituras exigidas. Há professores maleáveis e outros mais rígidos e inflexíveis, mas não custa tentar. Uma boa comunicação, uma boa conversa com o professor pode garantir um semestre mais tranquilo e planejado.

6. É ridículo dar uma dica como esta, mas convesando com alguns professores pude perceber que infelizmente ela não é trivial: tenha respeito. Em sala, a autoridade máxima é o professor. Um desses professores me disse que nem o reitor pode entrar dentro da sala de aula sem a autorização do professor, mas há alunos que acham que têm um poder enorme sobre os docentes e vivem tentando medir forças. Há quem observe que os alunos que entram na graduação hoje não têm perspectivas de futuro e nem limites, porém, indepentende do caráter dos alunos, respeito é pré-requisito para qualquer cidadão.

7. Em trabalhos em grupo, divida as funções e cobre-as se preciso. Delegar funções é importante para que o trabalho não seja feito por apenas uma pessoa. Todos têm a mesma cobrança apesar de nem todos terem o mesmo tempo disponível, mas rotinas diferentes e personalidades diferentes não justifica que uma pessoa se abstenha de ajudar em um trabalho, se ela se comprometeu com algum ponto específico. Há amizades e amizades, trabalhos e trabalhos. Geralmente é formado apenas um grupo no início do semestre e ele é mantido durante os seis meses ou durante os próximos e próximos meses. Essa união pode ser benéfica se há harmonia e principalmente se a comunicação entre todos é clara. Claro que há aqueles que pegam carona, se sentam na janela, curtem o vento no rosto e sequer ajudam a escrevem um parágrafo, porém é injusto que essa pessoa se comprometa e não cumpra, portanto cobre! Quando se fala em amizade, é normal aliviar a barra de um integrante do grupo, isso se chama compreensão. Só é preciso ser uma via de mão dupla muito bem acordada entre o grupo para que não hja discussões depois.

Enfim... acredito que são estas as principais dicas. Como já disse, são bem óbivias, mas as vezes precisamos ser lembrados delas para que sejam colocadas em prática. Confesso que não segui tudo a risca e é justamente por isso que refletimos para melhorar. Vamos ver o próximo semestre e se consigo seguir todas as minhas próprias dicas para ter meses mais tranquilos que esses últimos.

Saudades...

Estava com saudades de escrever! Agora com um computador novo e as férias finalmente presentes, o ânimo voltou com tudo. Hoje separei os livros que quero ler e organizei algumas ideias para os próximos posts. Espero conseguir colocar tudo em prática até o final de março e enxer o blog de textos, dicas e informações úteis.

Ainda em tempo, vale um agradecimento ao meu chefe pela folga na segunda... nem imagino minha nota se não fosse essa folga!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Final de semestre não é nada fácil!

Realmente esse semestre eu descobri o que é realmente estudar matemática. Fzer aulas de cálculo para quem ficou longe dos números durante alguns anos não está sendo fácil e meu blog infelizmente ficou em 23° plano. Vou voltar a escrever em breve, assim que o exame de cálculo passar...

=)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Experiência derivada, integrada e paranormal

[texto sem revisão]

Nas últimas semanas minhas atividades fora do trabalho e longe da UNicamp se resumem a estudar cálculo. O penúltimo mês do ano, praticamente o último do semestre, e as últimas semanas antes da prova são alguns dos fatores que pesam muito na hora de escolher entre a cama e o livro de James Stewart. Mesmo com tantas contas para fazer e conceitos para entender, resolvi dar uma pausa no último sábado e sair um pouco de casa, em Limeira, para fazer algo diferente.

O programa já estava pré-definido: ir ao shopping de Piracicaba para pagar a fatura de uma compra feita nessas lojas de rede que insistem em prender ao cliente às suas unidades e não facilitam a vida de quem precisa comprar a prazo no cartão da loja. Enfim, para não ficar só com um programa carregado de obrigação e sem muita diversão decidimos, eu e meu amigo com quem divido o quarto em Campinas, o Bruno, assistir a algum filme. Entre A casa dos sonhos, Atividade Paranormal 3 e 11-11-11 resolvemos ir pela data cabalística, já que iríamos assistir esse filme dia 12 de novembro. Além disso, o trailer de Atividade Paranormal 3 me pareceu assustador demais, principalmente a parte em que duas garotinhas estão num banheiro escuro e chamam pela Bloody Mary. Dá arrepios de lembrar a cena.

No fim, o que era para ser diversão acabou numa grande decepção. O filme 11-11-11 é uma porcaria. A história é até interessante, mas os demônios que aparecem no filme perdem fácil para os monstros do Hoppy Hari da noites do horror e perdem também para aquela casa do drácula, no mesmo parque de diversão, que aliás é uma atração patética. O fato é que quando meu celular marcava 23h11 quando saímos do cinema. O mesmo horário que estava registrado no comprovante de pagamento do estacionamento do shopping: 23h11 ou 11h11.

Quando mostrei esse detalhe ao Bruno o único comentário dele foi "ai credo". Coloquei o comprovante na carteira e viemos embora. Nada anormal, lógico, era só um filme e bem mal feito ainda. Não era anormal, porém, até alguns minutos atrás. Agora são 4h da manhã de quarta-feira, dia 16 de novembro. Como não é mais novidade, estou madrugando e estudando cálculo. Desde domingo estou com o estômago ruim e vem piorando nos últimos dias. Em Limeira, das vezes que fui ao banheiro na madrugada de sábado para domingo a luz do banheiro oscilava por alguns segundos antes de acender por completo. Isso só me lembrava a Bloody Mary do trailer de Atividade Paranormal 3, um arrepio passava pela espinha e se espalhava por todo o corpo, mas além disso aquilo era apenar um problema elétrico.

Hoje, há cerca de vinte minutos fui ao banheiro e, contrariando o hábito entrei nele com a luz apagada e só depois de fechar a porta acendi a luz. Como o Bruno está dormindo, todas as luzes estão apagadas, exceto minha luminária da escrivaninha, e tento fazer o mínimo de barulho para não acordá-lo e para não perturbar o síndico do prédio que mora bem embaixo do nosso apartamento. Enfim, quando entrei no banheiro escuro mais um daqueles arrepios passou pelo meu corpo quando acendi rapidamente a luz, mas ela não oscilou. Olhei rápido para o espelho, com medo, mas não tinha nada lá. Um alívio momentâneo para resolver a discussão interna de meu estômago com a janta de ontem. Levei o livro de cálculo para fazer um exercício porque achei que iria demorar, mas era alarme falso.

Levantei, apaguei a luz e abri a porta em silêncio para voltar ao meu lugar estudar. Quando abri a porta algo muito mais forte que um simples arrepio passou pelo meu corpo. Quando dei o primeiro passo para fora do banheiro e olhei em direção à escrivaninha e à janela que estava com uma fresta aberta para entrar um ar me deparei com quatro dedos, iluminados pela luz da luminária, empurrando uma das partes da janela. Mudo e ainda com o arrepio forte no corpo, fiquei congelado olhando para a janela. Meus olhos deviam estar arregalados e a boca totalmente aberta. Senti a língua e os olhos secarem rapidamente, mas mantinha a respiração muito lenta para não fazer barulho algum.

Minha janela tem duas partes fechadas e uma de vidro. Todas correm e costumo deixar o lado que fica perto da escrivaninha um pouco aberto e o outro lado com a parte de vidro para iluminar a sala. Enquanto os dedos que pareciam de uma mão apodrecida pelo tempo e com algo que parecia sangue no lugar das unhas abria a janela num ritmo muito lendo e inaudível, pelo vidro vi por duas vezes algo que parecia uma asa. Parecia uma asa porque não era nada parecido com as asas de morcedo e também não tinha nada a ver com uma asa de penas de pássaros. Não tinha penas e nem era fina e quase translúcida como a dos mamíferos voadores.

Os dedos soltaram a janela muito devagar e no lugar deles vi surgir o perfil de um rosto masculino tão podre e feio quanto os dedos. Primeiro a ponta do nariz, alguns cabelos negros balançando com o vento lá de fora entraram pelo vão da janela e logo vi um olho. Aquele ser horrível olhava firme para a escrivaninha. Era tão incomum como todo o resto, mas não era nem vermelho e nem todo branco. Seu olho era de um roxo muito forte, praticamente da mesma cor do meu porta canetas e dos outros acessórios que tenho na mesa.

De repente o Bruno se mexeu no colchão no meio da sala. O olho daquele ser passou da escrivaninha para o resto da sala e logo em seguida encontrou os meus olhos. Nessa hora senti quase que minha alma parecia sair do corpo como se escoasse por um ralo no meu pé. Senti muito frio. Ele franziu a testa, forçou sua visão em mim. A luz da luminária apagou por um milésimo de segundo. As luzes do centro de Campinas fizeram o mesmo logo em seguida. O olho sumiu entre uma piscada de luz e outra e ao mesmo tempo um vento muito forte balançou a janela.

Com a alma de volta no meu corpo olhei para a janela de vidro, depois espiei pela porta da cozinha para ver a janela da lavanderia. Parecia não haver mais nada do lado de fora. Olhei para a janelinha do banheiro, que estava fechada, e também não tinha nenhum vulto. Ainda com a boca e com os olhos secos, andei devagar para a escrivaninha e para a janela. Ouvi um cachorro que parece ser de porte grande latindo em algum lugar da região. Espiei pela janela de vidro, sem abríla. Nada. Espiei pela fresta aberta da outra parte da janela. Nada também.

Pisquei o olho. Minha boca voltou a salivar, engoli. Muito devagar toquei a parte da janela que estava aberta. O metal estava gelado. Comecei a abrí-lo de forma bem lenta. Em pé, com o braço esticado, dois dedos na janela, meus olhos variavam o foco entre o espaço aberto e a parte de vidro da janela. Acho que abri uns trinta ou quarenta centímetros. Me aproximei. Ainda com a cabeça dentro do apartamento tentei espiar para todos os lados possíveis. Aparentemente não havia nada. Comecei a colocar a cabeça para fora, ainda olhando para todos os lados. O vento frio da madrugada gelou meu rosto. Minha boca e garganta já estavam secas mais uma vez. Coloquei toda a cabeça para fora da janela, olhei para os pontos mais pertos do meu prédio. Não havia nada em nenhum dos lados. Nada no térreo, nem em cima do prédio. Comecei a olhar para o horizonte de prédios do centro da cidade. Nos prédios próximos do Cotuca, nos prédios que estavam na direção das avenidas Orozimbo Maia e da Benjamim Constant... nada. Um pouco menos assustado olhei para o prédio onde fica o relógio do Itau. O símbolo do banco e as estrelas da marca não são mais exibidos há uns dias. Era 4h10... 15º... ele ficou apagado por uns segundos. As luzes do centro piscaram por um milésimo de segundo mais uma vez. Não tirei o olho do relógio e quando tudo estava aceso mais uma vez o relógio marcou 4h11... 11º.... e em cima dos números brancos do relógio havia um homem em pé. O que eu pensei ser uma asa, devia ser uma capa de tecido preto, estava preso na cabeça daquele ser, voando com o vento. A luz da minha escrivaninha e a tela do computador apagaram também numa fração de segundos. Olhei para dentro do quarto assustado e tão rápido quando virei a cabeça para dentro voltei ela para a direção do relógio do Itau eis que bem na minha frente, parado do lado de fora da janela estava aquele ser podre de cabelo preto e olhos roxos olhando bem no fundo dos meus olhos. Acho que desta vez minha alma desceu ou subiu tão rápido para um mundo paralelo que deve ter levado todo meu sangue e meus sentidos junto. Devo ter ficado mais branco que a folha de sulfite onde resolvia os exercícios de cálculo. Congelei por um segundo. Ele olhou no meu olho direito, depois no esquerdo, voltou a encaram meu olho direito e caiu muito rápido. Um buraco negro se abriu no lugar da garagem do meu prédio, no térreo e no subsolo. De lá uma labareda de fogo roxo subiu por três metros e aumentou muito rápido chegando até o quarto andar do meu prédio, um abaixo do meu, enquanto aquele ser caia dentro daquele buraco. O buraco se fechou e uma chama roxa sumiu com o vento gelado que veio até meu rosto.

Com a boca aberta olhei do chão para o relógio do Itau. Lá marcava 4h11... 11h... apagou e no lugar da hora apareceu uma mensagem me deu o mesmo arrepio que senti quando entrei no banheiro: "ESTUDE STEWART!!!!!!!!! By Hell´s Stuart!!!!!!!!!"

sábado, 22 de outubro de 2011

Uma bela tentativa...

Pelo jeito não sou o único que está com algumas pendências nos estudos... um colega de classe, André Lao, está até apelando para o facebook para não ter um desastre na próxima prova:

"Querida Contabilidade Social,
passei meu dia todo pensando em você. Por mais que não tenha tido coragem de te olhar na cara, abrir suas páginas e te entender, acho que você deveria saber que não saiu da minha cabeça. Amanhã, quem sabe, a gente não se vê? Quem sabe não descobrimos umas igualdades entre a gente, ou consigamos equilibrar nossas contas, experiências de vida... enfim. Não fique brava comigo e nem se vingue disso na quarta-feira, porque vingança é muito feio. Nosso amigo Keynes não ficaria feliz.

Bom, desejo uma ótima noite pra você. Amanhã nos falamos."

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A balada das ideias


O encontro era inevitável, mais cedo ou mais tarde os dois se encontraríam e dali poderia sair uma relação de amor ou ódio. Mesmo que na balada agitada de autores e conceitos, o contato superficial é mais que suficiente para se entender um pouco o que se passava dentro da sua cabeça. Por mais que a aparência física dele não seja das mais agradáveis e sua idade também não corresponda com as preferências das garotas, ele é uma das figuras mais ilustres, se não for a mais ilustre, desse evento de ideias e ideologias.

Em uma conversa regada de termos antigos mas nem por isso incompreensíveis, uma mentalidade ou uma visão de mundo pode ser transformada de maneira radical, porém não deixará de ser uma visão hoje em dia, nada além disso. Como fundo musical um remix bate estaca de Geraldo Vandré, essa conversa superficial rende várias reflexões que ficam no papel, ou nos blogs, na rede.

Marx realmente desperta sentimentos antagônicos. Ou o estudante de economia, no meio dessa balada agitada que é sua graduação, passa a adorá-lo ou o odeia e se agarra às pernas do capitalismo com toda a força possível, exalta o mercado e tatua uma gigante letra K nas costas seja contornado por tribais ou no estilo maori.

Apesar da grande barba e pelo simples detalhe de ser do século XIX, esse alemão muito famoso com certeza despertaria enormes paixões naquelas menininhas cults ou faria boas amizades com o pessoal que gosta de uma boa discussão filosófica. Aqueles que estão esperando um empurrão para se revoltar contra o sistema que domina o ocidente cego pelo lucro e pelo dinheiro, Marx dá, com suas palavras, a ferramenta perfeita: a indignação.

“A burguesia, onde conquistou o poder, destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas. Rasgou sem compunção todos os diversos laços feudais que prendiam o homem aos seus ‘superiores naturais’ e não deixou entre homem e homem outro vínculo que não o frio interesse, o do insensível ‘pagamento em dinheiro’. Afogou a sagrada reverëncia da exaltação religiosa, do entusiasmo cavalheiresco, da melancolia sentimental do burguês filisteu nas águas geladas do cálculo egoísta. Fez da dignidade pessoal um simples valor de troca e, no lugar de um sem-número de liberdades legítmas e duramente conquistadas, colocou a liberdade única, sem escrúpulos do comércio. Numa palavra, no lugar da exploração velada por ilusões políticas e religiosas, colocou a exploração seca, direta, despudorada, aberta”

Para não deixar o receptor indignado só com a burguesia, símbolo máximo do capitalismo nas suas palavras no Manifesto do Partido Comunista, Marx coloca outro integrante desse conflito como sujeito da oração: “O proletário torna-se um mero acessório da máquina, e dele se exige apenas o manejo mais simples, mais monótono e mais fácil de aprender”. Mesmo numa balada seria impossível não relacionar as palavras de Marx escritas há pouco mais de 160 anos com a realidade de hoje. Qualquer semelhança é mera coincidência... as máquinas mudaram, mas parece que a forma de exploração do proletariado é ainda a mesma. Sem uma chave de fenda nas mãos, o proletário, em seu Tempos modernos, agora só pressiona os atalhos CTRL+C e CTRL+V infinitamente...

Mas uma coisa é fato, até mesmo os estudantes que não vão abraçar o capitalismo como único e melhor sistema econômico e se identificam completamente com as ideias de Marx devem acabar se frustrando em algum passo do caminho... Pode até ser que esse estudante ainda espere a revolução final do capitalismo, quando a propriedade burguesa for abolida e, por meio da política, os proletários usem a corda dada pelos burgueses e enforquem essa classe exploradora.

Ok, ok... enquanto as luzes vermelhas piscam incessantemente, o globo de espelhos gira, uma travesti vestida de Tia Sam faz caricatura dos hegemônicos e alguns pensadores convencem, são convencidos, indagam e indignam, a balada do curso continua. Provavelmente veremos Marx numa have mais profunda, de horas e horas de leitura e questionamentos. Até lá vale usar o básico e questionar o que realmente pensamos sobre capitalismo e comunismo.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

piauí, que saudades!


Depois de um tempo sem assinar e sem ler a revista piauí, resolvi voltar a ter esse prazer mensal em casa, e confesso que estava com saudades!! Voltei a assinar justo no aniversário de cinco anos da revista e logo recebi a edição especial número 61. É inevitável me lembrar do meu Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo - feito há quase três anos já -, toda vez que olho para a revista e as horas e horas em cima de alguns exemplares, de livros e com minha orientadora Milena de Castro.

Um trecho para relembrar as velhas risadas que a revista faz questão de publicar:

"Desafiado a comprovar se tinha mesmo intimidade com molinete, puçá, iscas e coisas do jaez, Luiz Sérgio abriu uma grande foto em seu computador que o mostrava de sunga junto ao ex-presidente Lula e ao governador de Sergipe, Marcelo Déda, todos puxando uma rede cheia de peixes, na Ilha Grande. Foi uma exceção. O ministro prefere pescar na linha, ou com o zangarelho, quando vai atrás de lulas (os moluscos cefalópodes; não confundir)"

Trecho do texto "Cuidado com a arraia ralada" da editoria Esquina.

A empresa dos sonhos de qualquer um...

O blog Radar Tecnológico da editoria de Economia do Estadão publicou nesta segunda-feira, 17/10, um infográfico com as facilidade e benefícios das grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos como Google, Twitter, LinkedIn e etc... vale a pena conferir para sonhar com uma vaga em uma dessas empresas ou se inspirar para melhorar o ambiente de trabalho nas empresas brasileiras. Não sei se é regra, mas o que eu percebo da maioria das empresas brasileiras não exista nada nem parecido - considerando academia de graça, video-game e aulas de yoga e pilates também sem custo nenhum. Agora vale um questionamento, será que é caro demais fornecer esses benefícios para os funcionários ou falta confiança neles? A mesma pergunta com outras palavras: os empresários não se importam com o bem estar do funcionário dentro de sua empresa ou os funcionários iriam abusar da liberdade e trabalhar menos?

Não seria um sonho trabalhar numa empresa na qual a gente se sente em casa? Pra mim sim...

Fonte: As maravilhas dos escritórios de Google e cia.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"É nóis no Observatório"

Perdi o pique esses últimos dias, mas tenho ótimas anotações para mais alguns artigos e para meu diário do economista em formação. Mas enquanto estou tentando recuperar meu bonde de estudos e artigos, resolvi conferir o Observatório da Imprensa e para minha feliz surpresa vi que um artigo que enviei para eles foi publicado na edição da última terça-feira. Fiquei feliz! =D


Link: Uma certa rádio e os valores da comunicação

Britney Spears - Criminal (Official Lyric Video)



Resolvi colocar esse vídeo aqui pela originalidade na produção. Achei muito legal a própria equipe da Britney Spears publicar um vídeo da música Criminal com a legenda. E uma legenda bem diferente!!! Poupou o tempo de vários fans que vivem legendando músicas e vídeos... outros cantores poderiam fazer isso, certeza que daria vários acessos!