Falta de tempo dá nisso, fiquei três semanas fazendo essa peça de biscuit, mas finalmente terminei. A arte de Romero Britto é sensacional e uma fonte incrível de inspiração. Quem sabe um dia ainda não chego aos pés dele... =)
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domingo, 20 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Aromatizador de vareta: mais fácil que fazer limonada!
Como sempre gostei de artesanato assisti muito a um canal chamado Bem Simples (quando ainda tinha TV a cabo em casa). Foi lá que vi uma vez a receita para se fazer esse aromatizador e é muito simples, realmente. No vídeo link abaixo, um dos participantes dos programas do canal pago, Peter Paiva, passa a receita.
Tudo Simples: Aromatizador de varitas | Videos | Bemsimples.com
É preciso basicamente quatro itens: álcool de cereais, essência, água e o frasco com as varetas. O mais interessante disso, como já disse, é a economia. Na própria loja do Peter Paiva, em Campinas, o litro do álcool de cereais custa cerca de R$ 10, o mesmo preço das essências e o frasco não passa de R$ 2. Lá vende varetas também, mas pode-se usar um palito de churrasco (como o da foto que coloquei aqui). Como a receita pede 350 ml de álcool, 100 ml de essência e 50 ml de água, com R$ 45 é possível fazer quase 1,5 litro de produto, o que rende pouco mais que quatro aromatizadores como o que comprei naquela loja do shopping. Ou seja, com R$ 45 é possível economizar R$ 75, já que se comprar quatro naquela loja cara, ficaria R$ 120!
Isso tudo sem contar os concorrentes... tem um catálogo de produtos para casa que vende o mesmo aromatizador de varetas, mas com um preço mais caro, claro! A diferença desse do catálogo é que o produto vinha num vidro lindo... outra dica: qualquer loja de R$ 1,99 tem vidros bonitos hoje em dia! Além disso, vidros antigos de perfume também rendem um bom visual para o produto ou garrafas antigas de refrigerante talvez, contribuindo para um ar meio vintage para a decoração.
E detalhe... não tem segredo nenhum para fazer esse aromatizador de varetas, é bem mais fácil que fazer limonada, não precisa nem espremer limão! =)
domingo, 22 de abril de 2012
Dica para o dia do livro
A dica não é de livro, mas de um marcador de páginas para quem gosta de artesanato, quem sabe para servir de incentivo à leitura no dia 25 de abril ou acompanhar um livro e deixar o presente mais personalizado.
É bem simples de fazer e o efeito até me surpreendeu. Basta um plástico daqueles de encapar livros escolares, mas tem que ser um plástico mais grosso; o guardanapo para fazer decoupage no motivo escolhido e a termolina ou cola que achar melhor. Eu ainda ia escrever algumas frases com caneta permanente, mas ainda não testei para ver se dá certo, mas acho que ficaria ainda mais interessante - só não pode encher com muitos detalhes, principalmente aqueles que ficam em alto relevo senão estraga o livro.
Outro material que pode ser usado é aquelas caixinhas de plástico transparente. Ganhamos uma com ovos de páscoa esse ano e eu quase recortei ela, preferi fazer os primeiros no plástico mais maleável para ver o resultado.
É bem simples de fazer e o efeito até me surpreendeu. Basta um plástico daqueles de encapar livros escolares, mas tem que ser um plástico mais grosso; o guardanapo para fazer decoupage no motivo escolhido e a termolina ou cola que achar melhor. Eu ainda ia escrever algumas frases com caneta permanente, mas ainda não testei para ver se dá certo, mas acho que ficaria ainda mais interessante - só não pode encher com muitos detalhes, principalmente aqueles que ficam em alto relevo senão estraga o livro.
Outro material que pode ser usado é aquelas caixinhas de plástico transparente. Ganhamos uma com ovos de páscoa esse ano e eu quase recortei ela, preferi fazer os primeiros no plástico mais maleável para ver o resultado.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Porto Ferreira, uma surpresa na Rodovia Anhanguera
Férias da Unicamp finalmente acabando e minha lista enorme de livros para ler nesse período ficou quase intacta. Apesar disso tirei esse mês de fevereiro para realmente descansar. Voltei essa semana de Praia Grande, onde passei quase três semanas num sol forte e praia limpinha onde recarreguei minhas energias nos domínios de Iemanjá! (risos). Como praticamente hoje foi o último dia de férias, uma vez que este domingo será de volta para Campinas, compras no supermercado e arrumação geral da casa, aproveitamos para levar minha irmã para Ribeirão Preto e no caminho conhecemos a cidade de Porto Ferreira.
Este blog está quase virando um guia de bons artesanatos, quando na verdade era para ser um espaço sobre jornalismo, opiniões e economia! Ainda retomo o objetivo principal, mas enquanto me preparo para escrever com mais propriedade sobre esses assuntos que realmente adoro, vou dando um pouco mais de espaço a esse meu hobby.
A caminho de Ribeirão Preto, a cidadezinha de Porto Ferreira é vizinha de Pirassununga, a exatos três pedágios (dois de R$ 5,80 e um de R$ 4,70, eu acho) de Limeira pela Rodovia Anhanguera. Segundo o site da prefeitura da cidade, o município tem pouco mais de 240 Km² e cerca de 53 mil habitantes. Eu e minha mãe não dávamos nada para a rua do comércio do local, mas nos surpreendemos quando começamos a andar lá. A rua é paralela à rodovia e de facílimo acesso, basta seguir viagem em direção ao Norte e ficar atento às placas que anunciam Porto Ferreira. Depois de passar o portal que tem na entrada da cidade (na foto no começo do post) e estacionar na primeira vaga que encontrar na rua é só preparar os pés para percorrer as várias lojas que tem no local.
Para quem gosta de flores artificiais, vasos e outros artigos para a casa feitos de porcelana e muitas bugigangas para decoração, a rua do comércio é o lugar certo. O mais incrível é que lá é tudo realmente muito barato! Faço a comparação de preços com as corujas que ando comprando ultimamente: paguei apenas R$ 3,50 em uma muito bonita com seus quase 15cm de altura, feita de gesso e pintada de cobre e verde (na foto abaixo). A peça é muito bem feita e detalhada e seria facilmente vendida por R$ 10 ou R$ 15 em uma loja fora de Porto Ferreira. Em Praia Grande mesmo encontrei várias corujas que estavam a venda na 25 de março em São Paulo com um lucro bem maior que 200%; não duvido nada que algumas peças venham dessa cidade do interior.
Além das corujas, há muitas outras estátuas e objetos para decoração que dão um toque especial em qualquer ambiente. São mesas de vidro, bolas de vidro craquelado, vasos de cerâmica coloridos, quadros e armações, floreiras para pendurar na parede, beija-flores de madeira para colocar em vasos... e etc, etc, etc. Infelizmente o tempo estava curto hoje e fomos surpreendidos com a quantidade de lojas e de coisas diferente para ver na cidade. Por conta disso não ficamos nem duas horas no local, mas se vale o conselho: vale muito a pena organizar uma excursão para Porto Ferreira, ou simplesmente reservar umas três horas no mínimo para parar na cidade quando estiver viajando para o interior de São Paulo pela Rodovia Anhanguera. Com pouco dinheiro dá para renovar a decoração de toda a casa sem ficar com um ambiente com a cara de uma feirinha hippie nem com cara de R$ 1,99 de centro de cidade! =D
Fotos do site da prefeitura de Porto Ferreira: www.portoferreira.sp.gov.br
sábado, 21 de janeiro de 2012
Férias, férias meeeeeeeeeeeeesmo
Acho que estas são as primeiras férias que realmente estou levando a palavra a sério! O ano passado foi cansativo demais e, apesar de ainda estar trabalhando das 13h às 22h, tirei esse período para descansar muito. Porém, como não consigo ficar parado por muito tempo, e nem posso deixar a cabeça vazia senão acabo enchendo o estômago, coloquei em prática um dos meus hobies: artesanato.
Fiz esses porta-canetas para presentear três amigas queridas, a Analúcia, que faz aniversário neste domingo, a Rita e a Daíza. Como inspiração, claro, Rometo Britto de quem sou fã pela inteligência na escolha das cores e as obras que são sempre alegres e brasileiras.
Fiz esses porta-canetas para presentear três amigas queridas, a Analúcia, que faz aniversário neste domingo, a Rita e a Daíza. Como inspiração, claro, Rometo Britto de quem sou fã pela inteligência na escolha das cores e as obras que são sempre alegres e brasileiras.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Olhares Programados e muita arte Contemporânea em Limeira
É motivador ver como algumas cabeças pensantes e criativas em Limeira podem modificar um espaço que estamos habituados a ver e condenar como deteriorado pelo tempo. Essa ação de artistas plásticos foi feita no prédio da Oficina Cultural Carlos Gomes, em Limeira. Conhecido como Palacete Levy, a sede da oficina está com a Exposição Olhares Programados. A mostra que traz para os limeirenses uma Arte Contemporânea gostosa de se ver e interagir é resultado de uma oficina de orientação de projetos feita com a artista plástica Cecília stelini, de Campinas.
A sala frontal e o salão do andar superior junto com quase todos os cômodos do subsolo se transformaram. As peças expostas pelos alunos de Cecília dão uma ideia do quão criativo são os artistas da cidade (na verdade de Limeira, Piracicaba e outras cidades da região), a riqueza das bagagens de cada um deles e também como é possível aproveitar o espaço que temos para criar uma nova perspectiva do olhar nessas velhas dimensões do cotidiano de nossa cidade.
Logo na primeira sala, as janelas brancas e antigas iluminam um emaranhado de fios vermelhos, cabides de madeira e acessórios de moda antigos como bolsas d feitas com um tecido xadrez vermelho, óculos entre outras peças. Já o salão e o subsolo abrigam diversos trabalhos que usam diferentes linguagens para trabalhar o que a artista que comandou a oficina chama de poética pessoal. Em cada peça de arte ali é possível notar desde sentimentos mais puros como romantismo até indignação, solidão e alegria.
A oficina, segundo Cecília, tinha justamente essa proposta. Em entrevista a artista comentou que seu trabalho durante os quatro meses de aula foi além do simples planejamento de como dispor peças de arte em um determinado espaço. Segundo ela, os artistas que participaram do curso foram orientados a entender seus símbolos pessoais e o porquê que cada um trabalha com determinada linguagem dentro da arte contemporânea. Esta conscientização é que dá as diretrizes para como planejar o espaço e a exposição que cada artista faz de suas peças.
Conversando com o coordenador da Oficina Carlos Gomes, Robson Trento, descobri que esta não é a primeira vez que o prédio faz uma exposição como esta. Apesar de não ser inédita para eles, foi para mim aqui na cidade. No segundo (ou primeiro, não me recordo ao certo) ano de faculdade, as duas turmas de Comunicação Social do Isca foram visitar duas exposições sobre arte contemporânea e tecnologia em São Paulo. Uma no espaço do ItaúCultural e outra na sede do Sesi, ambos na Avenida Paulista.
Naquela ocasião nós tivemos contato com uma arte que possibilita a interação entre o público e os objetivos de cada artista. O mesmo ocorre com a exposição aqui em Limeira. Apesar de algumas peças estarem lá somente para serem observadas e questionadas, muitas outras dão a oportunidade de leigos em artes interagirem de uma forma nova e diferente com o que está sendo exposto.
Uma delas, a que mais me chamou a atenção, foi o que Trento denominou de sala dos sentidos. No subsolo do prédio, um dos artistas participante da oficina usou TNT preto para cobrir todas as entradas de luz no cômodo. No interior do cômodo ele colocou folhas de árvore secas no chão, uma luz-negra e várias mandalas (pelo menos foi o que eu vi e entendi) nas paredes. O coordenador da oficina ainda comentou que o artista também colocou cheiro em alguma parte ali, mas minha rinite não permitiu sentir essa parte da instalação. Além de tudo isso a sala também tinha música. Essa instalação em particular exemplifica uma curiosidade que tanto Cecília como Trento ressaltaram da arte contemporânea, a possibilidade de se mexer com todos os sentidos humanos e também a interação com o público.
Outras instalações também ficaram muito interessantes no subsolo - que eu começo a achar que é a melhor parte de toda a exposição. Em uma sala, muito papelão e adesivos de frágil. Na outra, um colchonete e duas almofadas revestidos com um tecido de paetes prata fazem cama para assistir no teto da sala uma série de imagens do que me pareceu terem sido feitas em um dia chuvoso. Um estúdio de revelação de fotografia se transformou em uma "fonte de vida" (acho que era esse o nome da instalação). E uma outra instalação dá para o público a chance de olhar por um calendoscópio, coisa que eu não via há algum tempo já.
No geral, todas as instalações e peças que são exibidas naquele prédio rosado perdido no meio do Centro de Limeira transportam as pessoas que se dispôem a passar alguns minutos no meio de tanta arte para um mundo bem interessante. Não é exagero dizer desse transporte pela arte até porque realmente os sentidos são trabalhados de formas tão particulares que em alguns certos pontos acabamos nos esquecendo dos compromissos diários para simplesmento apreciar algo totalmente diferente do que estamos habituados na correria do dia a dia.
* Ainda vou colocar algumas fotos feitas na exposição aqui.
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