terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A maior conquista = felicidade!!!!



Finalmente!! Um ano inteiro de espera, ansiedade e até angústia terminaram com chave de ouro! Ontem fui à Unicamp confirmar minha matrícula na graduação de Ciências Econômicas!!!!!!!! O excesso de exclamações é mais que proposital devido à felicidade de conquistar um sonho como este.

Acho que já escrevi sobre isso aqui no blog, mas vale lembrar muito rápido. Ano passado, após sair do jornal diário onde trabalhava resolvi tirar o ano para estudar. Me formei em uma escola pública no Ensino Médio que, apesar de ser considerada a melhor de Limeira, não tive a sorte de estar nas melhores salas e o ensino foi realmente fraco. Sai do terceiro colegial direto para a faculdade de Jornalismo em uma instituição particular também em Limeira mas, desde 2005 – ano que consegui a bolsa parcial do Programa Universidade para Todos (Prouni) do Governo Federal – vinha ensaiando sair de casa e buscar novos ares longe de Limeira!

Apesar de não trabalhar, 2010 foi um ano complicado. Fazer cursinho depois de cinco anos longe do Ensino Médio não foi muito fácil, mas surtiu efeito! E que efeito! Consegui ser aprovado na primeira chamada no curso de Ciências Sociais na Unicamp. Essa era minha segunda opção e apesar de “aceitá-la”, fiquei esperando por mais e consegui. Fui o 44º colocado no curso de Ciências Econômicas no período noturno e, por conta dessa colocação, consegui entrar na segunda chamada.

Para quem nunca passou por isso, é uma felicidade enorme! A concorrência do curso era de 21,7 candidatos por vaga de acordo com o site da Comvest. Apesar de encarar o desafio, sempre ficava uma ponta de medo de não conseguir passar por uma concorrência tão grande. Mas... o resultado veio e da melhor forma possível!

Ontem, dia 21 de fevereiro, fui confirmar minha matrícula para garantir a vaga suada. Receoso do famoso trote que eu tanto odeio, fui superbem recepcionado por alguns veteranos do curso. O mais gostoso foi realmente a recepção deles que parabenizavam a conquista e se colocavam a disposição para futuras dúvidas.

E o trote? Nenhum! No dia da matrícula, quando ainda estava colocado no curso de Ciências Sociais, vários alunos  do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas estavam na porta de saída da sala onde nos matriculamos. Cheios de pincel e potes de guache, para o desespero de quem não quer ser pintado e tinha planos de ir ao shopping depois. Minha irmã coruja, Cristiane, até veio para Campinas só para me “proteger” de eventuais trotes! (Hilário e meigo) Mas o que mais surpreendeu foi a classe dos alunos. O trote era voluntário, se você dissesse que não queria ser pintado todos respeitavam. Outro nível... não rola álcool, pintura forçada, corte de cabelo, humilhação, nem nada! A Unicamp ainda promove uma semana de recepção para os calouros chamada Trote da Cidadania. Muito bom...

Hoje é o primeiro dia de aula. De acordo com a programação que recebi de uma veterana, há uma palestra programada e depois uma aula de Introdução à Economia – nada mais apropriado. Ainda estou ansioso por essas primeiras aulas... mal dormi a noite, mas não sei dizer se é de felicidade por iniciar a segunda graduação ou se é de ansiedade por conta de uma ligação que quero muito receber!!!

Em tempo...

1. Vou aproveitar o post para agradecer muito o cursinho Pandora e, em especial, alguns professores. O cursinho está há poucos anos em Limeira, mas a vontade de sucesso é notória em alguns professores. Eles realmente se empenham para dobrar aqueles alunos perdidos que insistem em conversar em aula e também para dar as melhores dicas e previsões para os vestibulares.

Infelizmente tive que recorrer a um cursinho. Digo infelizmente porque gostaria de ter tido um Ensino Médio público de qualidade, mas todos sabem que isso hoje em dia é impossível. Apesar disso, as aulas do cursinho supriram muitas carências que os professores do colegial deixaram.

Agradecimento especial ara os professores: Varella, Lilica, Wagner, Yakko, Júnior e Simões. (Não sei o nome inteiro de nenhum deles por que nunca divulgaram essa informação... fazer o quê?)

2. Acho que agora vou ter muito mais assunto para escrever aqui no blog!!!! Até breve...



A esquerda a "comissão de recepção para o trote" e a direita eu com o CS de Ciências Sociais na testa!

Tenho mais uma foto bem especial que tirei ontem na confirmação da matrícula. Logo coloco ela aqui, assim que escaneá-la.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Jogo de imagens e uma tragédia lamacenta




Trecho do livro "Geografia do Brasil" do professor da Universidade de São Paulo Jurandyr Luciano sanches Ross, cai muito bem com os desastres que estão enchendo a mídia e quem sabe não aparece algo na Unicamp na prova de segunda-feira...

"Nos países de economia mais desenvolvida e de crescimento industrial mais harmônico, acompanhado de acentuada redução do crescimento demográfico e elevação do nível cultural e de renda, como os Estados Unidos, o Japão e grande parte da Europa, os problemas ambientais urbanos existem, porém são menos agressivos. Nas regiões que, em curto espaço de tempo, se transformaram em áreas industrializadas através da importação de tecnologias e capital e a instalação maciça de empresas transnacionais, como ocorreu na América Latina, na Ásia e na África, os problemas ambientais urbanos são mais sérios e agravados pelos problemas sociais. O exemplo do Brasil é bem ilustrativo. Aqui a população que reside nas cidades passou de 45% em 1960 para 75% em 1990 e mais de 80% em 2000. Essa transferência intensa para as cidades foi fruto de uma política desenvolvimentista implementada a partir da década de 50. A entrada de tecnologia e capital estrangeiro imprimiu um novo ritmo à economia brasileira, e progressivamente a população foi-se transferindo para as cidades.  O setor agrário da economia, sobretudo a partir da década de 70, mecanizou-se, liberou mão-de-obra e as cidades sofreram um crescimento demográfico repentino.

(...)

"Nas grandes cidades dos países subdesenvolvidos, os problemas ambientais são muito maiores que nos países desenvolvidos, pois, além das questões relativas à poluição do ar, da água e do solo gerados pelas indústrias e pelos automóveis, existem os problemas relacionados com a miserabilidade da população pobre, que sobrevive em péssimas condições sanitárias, vivendo em grandes adensamentos demográficos nos morros, mangues, margens de rios, correndo riscos de toda natureza."

Hoje estava assistindo os canais Band News e depois Globo News e acompanhei algumas notícias sobre a situação da região serrana do Rio de Janeiro. A Band com sua repetição infinita de noticiários e reportagens feitas ontem a noite no local estava no factual. Informou números de vitimas, contou histórias e mostrou imagens daquela tragédia. Para diferenciar um pouco fui para a Globo News e vi uma professora urbanista (se não me engano) também da Usp, falando sobre a situação das cidades.

Essa professora criticou muito o modelo que as cidades adotam para a aprovação de loteamentos urbanos. O governador do Rio criticou hoje os loteamentos ilegais, mas o que a professora criticou foi muito bem colocado. Ela comentou sobre a precariedade das prefeituras em conseguir aprovar, usando meios científicos, os novos loteamentos com a plena certeza de que aquele local está sendo ocupado da maneira correta. Ela disse ainda que há uma fragmentação tão grende dos serviços públicos que fiscalizam e liberam construções nas cidades, que o propósito de avaliar ambientalmente a condição de urbanização de determinada área é muito falha.

Porém, o ponto mais forte da crítica dessa professora foi quanto às pressões que esses órgãos públicos sofrem para uma aprovação rápida dos novos loteamentos. Aprová-los dá dinheiro, gera emprego, disse ela - não exatamente com essas palavras. E essa crítica se encaixa perfeitamente com a reclamação que um morador fez a um repórter da Band News, quanto às promessas de políticos e o abandono e descaso que, depois de conseguirem os votos que queriam, deixam seus eleitores a ver navios (ou melhor, ver caiaques, helicópteros de resgate e corpos boiando ou sendo arrastados).

Acho que vale a pena ainda resgatar uma fala da professora da Usp no Globo News sobre essa questão política. Foi questionado a ela se a prevenção era mais barata que a remediação dos danos. Ela comentou algo que eu concordo e até usei na prova da Usp no último final de semana: os políticos querem fitas para cortar e obras para inaugurar; querem atividades que sejam visíveis e que deem votos; não querem gastar o dinheiro público na melhora da infra-estrutura urbana para evitar esse jogo de milhões de reais que governos ficam repassando para arrumar os estragos feitos pela falta de atenção.

A prova da Usp, no primeiro dia, pedia uma redação sobre a falta na sociedade atual de solidariedade e de planos a longo prazo. A Fuvest forneceu uma coletânea de textos e imagens muito interessante sobre essa falta de "sacrifícios" pelo próximo. quem puder pesquisar sobre essa proposta de redação, não deixe de fazê-lo, foi muito bem elaborada. Comento isso porque "caiu como uma luva" com o que a professora da Usp comentou na Globo News e com o real desinteresse dos políticos de fazerem obras de prevenção.

É tudo questão de voto e popularidade...

Vejam o vídeo da Urbanista (e não professora) da Usp aqui: Globo News

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Maquiavel e seus ensinamentos..

Ainda estou estudando e vou aproveitar que dei uma estacionada no Renascimento, vou colocar aqui algumas citações do livro "O Príncipe", de Maquiavel. Dei uma de Napoleão e fiz comentários nas citações que mais gostei... por falar nisso, ainda quero ler a versão desse livro comentado pelo francês.

"Aquilo que os príncipes prudentes devem fazer: cuidar não somente das desordens presentes, mas precaver-se das futuras, e empregar todo o seu talento a remediá-las, o que mais facilmente se fará se de çpnge forem previstas. ao contrário, se esperares que elas se consumam, a droga chegará tarde demais, porquanto o mal terá tornado-se incurável" (p. 12)

"O tempo tudo arrasta consigo e que, assim, ele pode trazer o bem como o mal, o mal como o bem" (p. 13)

"Aquele que promove o pode de um outro perde o seu, pois tanto a astúcia quanto a força com as quais fora ele conquistado parecerão suspeitas aos olhos do novo poderoso" (p. 17)

"O homem prudente deverá constantemente seguir o itinerário percorrido pelos grandes e imitar aqueles que mostraram-se excepcionais, a fim de que, caso o seu mérito (virtù) ao deles não se iguale, possa ele ao menos recolher deste uma leve fragrância" (p. 24)

"O mal, portanto, deve-se fazê-lo de um jacto, de modo a que a fugacidade do seu acre sabor faça fugaz a dor que ele traz. O bem, ao contrário, deve-se concedê-lo pouco a pouco, para que seja melhor apreciado o seu gosto" (p. 44)

"Eu assevero que uma tal ascenção dependerá ou do apoio do povo, ou do apoio dos poderosos. Isto porque em qualquer cidade se encontram estas duas disposições contrárias, as quais decorrem que o povo não deseja ser comandado nem oprimido pelos grandes e de que estes desejam exatamente o inverso. desses dois apetites contrários advém nas cidades um destes três efeitos: ou um governo (principato) forte, ou liberdade, ou desordem." (p. 45)

"Aquele que foi alçado em príncipe com a ajuda dos grandes mantém-se com mais dificuldade que aquele que o foi com apoio popular, visto que o primeiro acha-se cercado de muitos que se lhe assemelham, não podendo, por isso, nem comandá-los, nem manobrá-los" (p. 45) [essa citação é ótima! Reflete bem o clima entre burguesia e monarquia durante a Idade Moderna, tanto que o período começa com o fortalecimento das monarquias nacionais e termina com as revoluções burguesas do século XVIII]

'Assim, um homem que eleva-se à condição de príncipe mediante o favor do povo deve a este manter-se aliado, o que lhe será fácil uma vez que o povo pede apenas para ser poupado da opressão" (p. 47)

"Há uma tão grande distância entre o modo como se vive e o modo como se deveria viver, que aquele que em detrimento do que se faz privilegia o que se deveria fazer mais aprende a cair em desgraça que a preservar a sua própria pessoa" (p. 73)

"Dos homens, em realidade, pode-se dizer genericamente que eles são ingratos, volúveis, fementidos e dissimulados, fugindo quando há perigo, e cobiçosos" (p. 80)

"Existem dois modos de combater: um, com leis; o outro com a força. O primeiro modo é o próprio do homem; o segundo, dos animais. Porém, como o primeiro muitas vezes mostra-se insuficiente, impõe-se um recurso ao segundo. Por conseguinte, a um príncipe é necessário saber valer-se dos seus atributos de animal e de homem" (p. 84) [Essa passagem também é verdadeira até hoje. Vamos tentar fazer uma manifestação contra aquele aumento abusivo no salário dos deputados, senadores e presidente... no mínimo um batalhão da Polícia Militar ou federal estará protegendo a Granja do Torto e o Senado. O engraçado é que os policiais que estiverem atrás de escudos e cacetetes não devem ganhar nem 5% do novo salário desses políticos nojentos!]

"São tão simples os homens e tão simplesmente eles conformam-se às exigências do seu presente, que aquele que sabe enganar encontra sempre um outro que, justamente, se deixa enganar" (p. 85) [Tudo a ver com o comentário que fiz na citação anterior!!!!! povo é conformado demais...]

"Direi simplesmente o seguinte: será sempre imensamente fácil para um príncipe aliciar aqueles homens que lhe tenham sido hostis na origem do seu principado se estes carecerem de um apoio para manter-se" (p.104) [Explicação para a popularidade de Lula em 2010?]

"Assaz positiva ou negativa, a atitude adotada por qualquer pessoa em sua vida civil deve ser premiada ou punida de um modo que repercuta fortemente" (p. 108) [A Câmara dos Vereadores de Limeira leva isso sério demais que até perdeu o sentido... basta contar as moções de aplauso e outros atos inuteis que fazem...]

"A pridência , ela, consiste em saber-se reconhecer a extensão dos incovenientes e tomar por bom o que é menos ruim" (p. 111) [Ótima frase para propaganda política]

"Mais vale ser impetuoso que circunspecto, pois a fortuna é mulher, e, para mantê-la submissa, é preciso batê-la e maltratá-la" (p. 124)

Fonte: Machiavelli, Nicoló di Bernardo dei, 1469-1527. Tradução de Antonio Caruccio-Corporale. Porto alegre: L&PM, 1998.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Poesia e política

Mais um poema do Vinícius de Moraes, "Operário em construção". Dessa vez não vou tecer comentários, só sobrepor uma obra a um vídeo, acho que vai ficar mais que claro a mensagem.

(...)

E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:

Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.

Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.

(...)


 
Queria um vídeo de um senador reclamando que o salário esses políticos recebem é "de fome" e que por ser muito convidado para casamentos, os gastos com presentes deixam muito pouco para sua sobrevivência.
 

Vinícius de Moraes e seu crocodilo - atual e verdadeiro

Estudando literatura encontrei esse poema de Vinícius de Moraes:

O crocodilo



O crocodilo que do Nilo
Ainda apavora a cristandade
Pode ser dócil como o filho
Que chora ao ver-se desamado.

Mas nunca como ele injusto
Que se ergue hediondo de manhã
E vai e espeta um grampo justo
No umbigo de sua própria mãe.

O crocodilo espreita a garça
Sim, mas por fome, e se restringe
Mas e o filho, que à pobre ave
Acompanha no Y do estilingue?

A lama pode ser um berço
Para um crocodiliano
No entanto o filho come o esterco
Apenas porque a mãe diz não.

Tem o crocodilo um amigo
Num pássaro que lhe palita
Os dentes e o alerta ao perigo:
Mas no filho, quem acredita?

O filho sai e esquece a mãe
E insulta o outro e o outro o insulta
É ver o simples caimão
Que nunca diz: filho da puta!

O crocodilo tem um sestro
De cio: guia-se pelo olfato
Mas o filho pratica o incesto
Absolutamente ipso-facto.

Chamam ao pequeno crocodilo
Paleosuchus palpebrosus
Porém o que me admira é o filho
Que vive em pálpebras de ócio.

O filho é um monstro. E uma vos digo
Ainda por píssico me tomem:
Nunca verei um crocodilo
Chorando lágrimas de homem.


in Antologia Poética
in Poesia completa e prosa: "Nossa Senhora de Los Angeles"



Espero não ter fieto uma interpretação errada - afinal literatura é muito subjetivo -, mas esse texto me fez lembrar muito aqueles filhinhos de mamãe descontrolados e extremamente mimados que não conhecem limites para conseguirem o que querem. Aqueles playboyzinhos que estão acostumados com tudo servido na bandeja e nada conquistado com esforço e que de tão acostumados com essa facilidade de berço, não sabem se relacionar em sociedade e usam seus meios para se sobrepor àqueles que dizem não. Hoje não comem mais esse esterco que Vinícius disse, usam carros e violência para protestar contra um não dos pais, da namorada ou de qualquer um que ouse enfrentar sua "superioridade mental".

Se a criança é o futuro de amanhã, como viveremos com um mundo dominado por crianças tão mimadas e sem respeito aos mais velhos????? Dá medo!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

I Need You Now - Agnes

(Você sabe que é pra vc...)

I'm fine don't believe it

You know me enough to know that's a lie

I'm close, hard as it is to say

To total this as I barely holding on



I need you now I need you now don't turn away

I need you now ohh please don't turn me away

I need you now I need you now



Out here where I've been spinning

It's nearly impossible to slow down

One night of your company

Might be the only thing to keep me sane



The clock is ticking and the fuse is burning

Can't keep runnin' from what is coming

Don?t turn me away don't turn me away



I need you now I need you now don't turn away

I need you now ohh please don?t turn me away

I need you now I need you now



How many times have I come to you vulnerable like

this?

I know you have the right to question but please don't ask

I need you now

The clock is ticking and the fuse is burning

Can't keep runnin' from what is coming

Don't turn me away don't turn me away



I need you now I need you now don?t turn away

I need you now, ohh, please don?t turn me away

I need you now I need you now



The clock is ticking and the fuse is burning

Can?t keep runnin' from what is coming(repeat x3)

I need you now, I need you now



http://www.vagalume.com.br/agnes/i-need-you-now-traducao.html#ixzz1AH2TMwV1

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A todas meu muito obrigado...






Vou aproveitar que dei uma pausa nos estudos para fazer uma homenagem aqui no blog. A homenagem é para minhas alunas de jazz da Hard Dance Center: Andréia, Cenira, Silvanete, Priscila, Valéria, Monica e Marcele. Estas sete “meninas” foram as corajosas que começaram a fazer aula de jazz comigo em julho e encararam três coreografias na apresentação da academia no começo de dezembro.


Três delas, Andreia, Cenira e Silvanete haviam sido minhas alunas no Centro Cultural da Secretaria de Cultura de Limeira. Depois de alguns meses parado e sentindo muita falta de dançar montei uma nova turma e as três me acompanharam. Elas já haviam se destacado dentre as minhas alunas do ano passado pela animação, praticidade, alegria, experiência e empolgação. Nos meses que dei aula no centro cultural tive em minhas mãos alunas muito talentosas, e dessas algumas se tornaram amigas, as três são exemplo disso.

Vejo nas aulas de dança uma atividade muito prazerosa. Apesar de não ter tanta experiência quantos as professoras que me ensinaram o pouco que sei, acredito que a criatividade e a empatia com cada tipo de aluna é fundamental. Depois de cerca de cinco aulas e ensaios, não existe mais nenhum relacionamento professor-aluna, nos transformamos em uma família regada a música, amizade e diversão.

Os encontros de sábado a noite eram diversão e suor garantidos. Suávamos a camiseta com aquecimento e alonagento e rimos muito durante a elaboração das coreografias e planejamento da apresentação. Todas, sem excessão, colaboraram muito com meu crescimento como professor e como pessoa também. Toda comunicação interpessoal pode nos dar degraus para crescimento, essas aulas de dança não foram diferente.

As sete meninas que persistiram até o final foram criativas, receptivas, alegres, inteligentes, carinhosas, animadas, entusiasmadas com qualquer novidade e brilharam muito no palco do Teatro Vitória e no “Natal das Nações” no começo deste mês. Tivemos algumas desistentes, mas os motivos foram mais fortes. O gostoso foi ver essas três desistentes no teatro! Tenho certeza que ficaram arrependidas de sairem!!! Hauhauahu Mas ano que vem, provavelmente teremos muito mais. Os planos já estão sendo feitos e sempre há espaço para mais um nessa família que construimos.

Mais dois

Aproveitando o texto, gostaria de registrar meu eterno agradecimento à proprietária da academia, Giselle Barana. Foi com ela que aprendi boa parte do que sei sobre dança. Foi lá que comecei a dançar e a pegar gosto pela atividade. Me estimulou a estudar dança, estudar técnicas de alongamento, aquecimento e tudo o que preciso para ser um “bom amador”. Agradeço mais ainda a oportunidade e o apoio que me deu para voltar a dar aula. Sai da Hard Dance em 2007 como aluno e voltei este ano como “professor” (está entre aspas porque não me considero um professor na essência, gosto de compartilhar o que gosto de fazer e ver resultados brilhantes no palco).



E um último agradecimento ao meu amigo Bruno que sempre esteve nas aulas de dança dando seus pitacos e criticas às coreografias. Gracias!



Última mensagem: 2011 QUE NOS AGUARDE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Uma cidade “inacabada”

Há alguns dias venho observando minha cidade natal com um olhar mais crítico. Limeira parece pra mim uma cidade inacabada. Tudo aqui ou demora para ser concluído ou é aberto ao público de forma totalmente inacabada e desleixada – o famosos “feito nas coxas”. Uma excessão que vale a pena ressaltar é o novo supermercado Covabra. Como bom limeirense que não tem mais nada para fazer além de passear em supermercados, fui algumas vezes à nova loja e gostei muito do resultado.

Voltando ao assunto principal: a falta de arte-final na cidade. Se fosse comparar a um desenho, Limeira não recebeu nem cores, nem contornos com nanquim. Parece que está sempre nos rabiscos com grafite, mal apagados e ainda por cima com linhas tortas. No começo de dezembro foi inaugurada a nova área de alimentação do shopping Pátio Limeira. A expectativa era grande, afinal aquele “shopping” é num dos únicos lugares para entretenimento que a cidade oferece. Conversando com uma amiga proprietária de uma das lojas de alimentação do estabeleimento, recebi algumas fotos sobre como estava ficando a obra. As imagens que ela enviou eram muito bonitas. Mesmo com todo o ar de obra inacabada, a foto feita alguns dias antes da inauguração pasava um ar arrojado do projeto que estava quase concluido.

Infelizmente a impressão não foi a mesma quando visitei pela primeira vez o novo piso. Além de lojas ainda fechadas (os proprietários tiveram uma semana para fazer a mudança de piso – as obras das lojas tiveram mais tempo) e o pior: chão sujo de tinta, espelhos com marcas de mão e pilares ainda inacabados cobertos com TNT. Uma volta naquele local era revoltante. O que os administradores pensam de Limeira. Quem mora aqui não merece um pouquinho mais de cuidado com os empreendimentos? Uma área mal acabada está de bom tamanho para o nível dos consumidores? Achei revoltante e ridículo a administração do shopping permitir uma inauguração tão pobre e uma obra tão mal acabada.

No segundo piso por enquanto há só lojas de alimentação. Uma grande parte desse andar está fechada com cartazes anunciando duas grandes lojas. Mas pra quando? Tudo parece abrir antes da hora na sede de recuperar o dinheiro perdido ou de mostrar resultado logo para seus clientes. E lembrei daquela frase: “Sou pobre mas sou limpinho”. Adaptando ela, “sou limeirense, mas sou civilizado”. Não preciso conviver com um shopping sujo e mal feito.

Para piorar essa má impressão do estabelecimento, no último sábado chegar até aquele local foi um inferno. Neste final de semana minhas alunas da Hard Dance foram se apresentar no “Natal das Nações” da Prefeitura (outro fiasco que comento logo abaixo). Depois de sair do local, com fome, eu e dois amigos decidimos comer um lanche no subway no shopping. Se arrependimento mata eu ainda não descobri, mas garanto que estressa. Uma das principais ruas de acesso ao shopping, a rua Farmaceutico Jacob Faneli (acho que é este o nome) estava intransitável. O desrespeito de alguns motoristas era tanto que tumultuava ainda mais o trânsito enlouquecido no meio de chuva. Motorista furando fila para entrar na rua Carlos Gomes; uma fila enorme de carros nas proximidades do clube Gran São João; motorista lerdo para atravessar um cruzamento; sem contar uma fila enorme para entrar no estacionamento do shopping. Eu e meus dois amigos fomos em dois carros para o shopping. Ao ver aquela fila terrível, já parei na rua mesmo. Consequência: tive que esperar 30 minutos pelos dois amigos... não achavam vaga! Péssimo!

É uma cidade sem nenhum planejamento. Parece qu só planejam certinho como será feito o contrato da merenda das escolas... o resto, vai empurrando com a barriga que tudo se acerta. O problema da rua Carlos Gomes já foi discutido na prefeitura em reunião com polícia militar, guarda civil e representantes do shopping, mas nada é feito. Quando não são os adolescentes atrapalhando o trânsito, é o próprio trânsito de carros, motos e ônibus entrando num caos incrível e intransitável.

Inacabáveis

Outros problemas limeirenses:

- Terminal Urbano rodoviário não fica pronto nunca. A passos de um idoso com osteoporose em estado avançado, cada mês é um avanço tão pequeno que não parece ter fim nunca. A região ainda ganhou um belo lago em dias de chuva. Na frente do senac forma uma poça gigante quando chove. Não tem nenhum bueiro ali? Não parei para observar ainda...

- Museu e Palacete. O primeiro está há meses em obras e também não acaba nunca. Já o segundo os tapumes estão atrapalhando o trânsito de pedestres na rua Boa Morte. Ou carros ou pedestres ali. Esses dias vi dois operários jogarem um balde de água em um homem bêbado que caminhava tropeçando na rua, perto da obra... falta de respeito né?

- Shopping Popular. Alguma novidade? Ao lado da Central de Ambulâncias e em frente ao covabra o prefeito Silvio Félix tinha prometido a construção de um shopping popular...

-“Natal das Nações”. Se não me engano a festa “tradicional” teve outro nome este ano, mas foi um fiasco. Num lugar superescondido, ao lado do Ceprosom, o famoso Natal das Nações mais parecia uma feirinha de escola municipal. Tirando a estrutura de som montada para as apresentações musicais e de dança, as barraquinhas de comida eram péssimas. Como bancadas foram usadas carteiras escolares. Me lembrei na hora das festas juninas improvisadas na escola onde estudei durante o ensino Fundamental!

Custa um pouco mais de planejamento e carinho para com os eventos e obras na cidade? É possível fazer eventos de qualidade com baixos gastos, basta só ter vontade de fazer a diferença e criatividade...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Guerra do Vietnã chega ao fim após 16 anos (1997)

Desabafo Global!!!!! (o vídeo verdadeiro)


Quero estudar um pouquinho mais sobre Brisola para entender o motivo desta nota!!!!!!!

Caetano Veloso - É proibido proibir


O que será que Caetano falaria da juventude de hoje? A juventude que faz trotes universitários violentos e depois de alguns anos estarão no mercado de trabalho lidando com seres humanos... ou uma juventude que não tem mais nenhum tipo de interesse político, nacionalista ou qualquer outro sentimento e consciência crítica perante toda a vergonha que vemos nos noticiários; a impunidade de políticos que insistem em se reelegerem mesmo com fichas sujas, processos vergonhosos no passado ou mesmo os principiantes analfabetos funcionais, artistas pops, sem dizer daqueles políticos que ainda adotam o velho sistema do populismo para dialogar com seu eleitorado... existe juventude que se preocupe com o que Dilma ou Serra prometeram nos debates televisivos, ou a maioria só se preocupa com o que vestem, com os sexos e aparências que sustentam dia após dia sem nenhum conteúdo concreto?

A ditadura passou, as Diretas Já passaram; Não temos, graças à democracia (acredito eu), mais nenhum AI-5 ou presidentes charlatões, militares saindo impunes das torturas... e consequentemente não temos mais nenhum tipo de consciência política e social entre jovens... ou estou errado?

Só um ponto de vista em forma de desabafo...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ximbica - NOVO SINGLE: "Meu Nome É Ximbica (Album Mix)" - OFICIAL

Para darmos um pouco de risada! Adoro paródias e essa Ximbica faz umas sensacionais... "Até palhaço é federal...". Uma paródia com um fundo de verdade, em especial na parte das músicas no Brasil, não é?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Analogias...



Hoje a tarde estava estudando sobre a Revolução Francesa - série de movimentos que ocorreram no final do século XVIII. Quando procurei por mais informações na internet sobre esse período da história francesa, encontrei a gravura que publiquei na abertura deste texto.

A imagem retrata a situação da França até 1789 - data considerada como o início da revolução. Naquela época, o país ainda tinha uma característica feudal e sua sociedade era dividida em três estados. O primeiro era composto pelo clero, o segundo pela nobreza e o terceiro pelo povo - e claro, este era a maior parte da população. Comentários sobre a igreja são até dispensáveis. Durante boa parte de nossa história, desde que o catolicismo foi oficializado como religião na antiga Roma até o início da Idade Contemporânea, o clero gozava de amplos poderes até supranacionais.

A nobreza, ou o segundo estado, dispunha também de seus privilégios no reinado de Luis XVI. Os "privilegiados" eram isentos de impostos; cortesãos recebiam pensões da coroa e o bom viver parecia ser regra para essa classe que tinha o luxo como "regra". Já o povo também dispensa apresentações. Nessa classe caíam todas as obrigações financeiras, como altos impostos feito a talha, o dízimo católico e vários outros pagamentos que extraía desses "trabalhadores livres" grande parte de seus rendimentos deixando só o essencial para a sobrevivência.

Ok... revisão sobre Revolução Francesa feita. (Quem quiser mais algumas informações, o Wikipedia tem um texto aceitável... ). Agora qual pode ser a analogia desta imagem que escolhi para abrir meu post de hoje e nossa situação atual? Felizmente nossa situação econômica não é idêntica a dos franceses do século XVIII. Naquele passado eles passavam por grave crise, miséria e fome. Nós saímos há pouco de uma crise que afetou o globo, e saímos bem, obrigado. Apesar desta vertente da história não ser a mesma, me arrisco a comparar a imagem com nossa sociedade hoje fazendo algumas mudanças nas representações que o autor escolheu.

Na gravura vemos o terceiro estado (o povo) carregando nas costas o primeiro (clero) e o segundo (nobreza). As proporções de tamanho são consideráveis,observem o tamanho do povo e dos outros dois personagens ilustrados. Alguma semelhança com hoje? A classe trabalhadora continua gigantesca... os pobres ainda são pobres, a classe D trabalha para melhorar suas condições de vida e a média vive de aparências, mas continua com seus carnês e prestações dos empréstimos vencendo todos os dias.

Naquele povo gigante eu só mudaria a roupa. Talvez um tênis falsificado da Nike, uma calça jeans de marca e uma camiseta com um logotipo enorme da Ekko ou sei lá qual a marca do momento. Nas costas deste povo, eu deixaria a nobreza intacta, afinal são milhares de trabalhadores que produzem o luxo que a nossa elite atual gosta de exibir nas suas festas. Já o clero eu trocaria pelos políticos. No lugar daquela cruz eu colocaria um bóton de com a sigla de algum partido. Afinal... quem também carrega nas costas os vários políticos com seus altos salários e baixa eficiência?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

EU VOTO PELA EDUCAÇÃO


Olá pessoal... vamos tentar fazer a diferença neste segundo turno? Não deixe de conhecer as propostas dos seus candidatos a presidente e depois de avaliá-las com seriedade, VOTE PELA EDUCAÇÃO. 

Nenhum candidato tratou este tema como deveria no primeiro turno e eles querem deixar o tema isolado... é preciso políticas para melhorar o ensino nas escolas públicas e melhorar ainda mais o desenvolvimento de pesquisa na área de Ciência e Tecnologia no nosso país...

Chega de deixar os jovens e crianças com um ensino péssimo e tirar a atenção das verbas públicas para esta área que é fundamental! Sem estudo não há desenvolvimento em nenhuma das outras áreas da sociedade... uma criança de escola pública da periferia precisa ter o objetivo de cursar uma faculdade e fazer a diferença para sua cidade e comunidade... hoje elas não têm nenhuma perspectiva além de seguir os passos dos pais que também não foram contemplados com uma educação de qualidade.

Então no próximo turno, dia 31 de outubro, não vote pelo PARTIDO, vote pelas propostas e acima de tudo pela EDUCAÇÃO! Só com ela vamos melhorar a condição de muita gente!

Entre neste evento e apoie esta causa!!!! Vamos fazer do facebook e de outras ferramentas uma plataforma on-line de discussão política!

Eleições mais limpas por favor!

Mensagem aberta aos políticos de Limeira:

Gostaria de perguntar algo a todos os políticos que concorreram a cargos de deputado em Limeira este ano: VOCÊS NÃO TÊM VERGONHA DE EMPORCALHAR NOSSA CIDADE COM SEUS SANTINHOS??????????????? 

Na véspera do primeiro turno as principais ruas de acesso às escolas ficaram lotadas com esses malditos santinhos feitos pelos candidatos. Milhares jogados na rua, nas casas, acumulados nas sarjetas, além de placas jogadas no chão numa tentativa desesperada de reforçar o número desses candidatos PORCOS.

Quem defende a queima de cana-de-açúcar, deveria defender uma cidade mais limpa também nas eleições. Os partidos não deveriam permitir tal sujeira nas vésperas das eleições!!!!!!! Só hoje que vi os varredores da Prefeitura limpando a rua da escola Antonio de Queiroz.

TOMEM VERGONHA NA CARA E NÃO SUJEM O ESPAÇO PÚBLICO COMO SE FOSSE O QUINTAL DAS CASAS DE VOCÊS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!